História

Como se Iniciou

Foi numa noite, já no final do primeiro quartel do século decorrente, em consequência de um incêndio numa casa junto à passagem de nível da estação dos comboios que, ali mesmo, se assumiu o compromisso de fundar em Cete uma corporação de bombeiros voluntários. Tempos depois um sinistro de grandes proporções consome a Serração de Cete. É a hora da decisão e o início da angariação de fundos.
A causa toma forma  e é de justiça histórica referir, por mais uma vez, o nome de alguns daqueles obreiros que, entre tantos, como hoje acontece, muito se esforçaram: António Pinto Lopes, Abílio Augusto Pinto, Dionísio Soares, Joaquim Rodrigues Moreira, Capitão António Gomes, Custódio Marques Moreira, Padre Manuel Dias da Costa, Lourenço Coelho dos Santos, Manuel Gomes Pereira, o então chefe Fernandes, da estação de Cete, e António Pinto Leal.
 
Quartel e Viaturas da Fundação

O Primeiro veículo, de tração animal, foi oferecido por Alexandrino dos Santos. alcunhado "o Galizado Porto", teve reduzida utilidade, mas um motivo de orgulho para o sei condutor - António Maranteiro. O segundo veículo, um "Motobloc", alugado na casa Pinto Lopes, podemos recordá-lo num feliz postal, Edição Moreira Leão - cliché Foto Beleza, do Porto.
Quanto ao quartel primitivo, hoje sorrimos da sua pequenez, olhando para o referido postal ou postando-nos defronte do prédio onde esteve instalado.


Louvor e Utilidade Pública
 
A ação desenvolvida pela corporação cetense no combate a um descomunal incêndio no mosteiro de Paço de Sousa, em 9 de Março de 1927, levou o governo a louvá-la por Decreta d 21 de Maio do mesmo ano.
O governo da república, ao considerar a associação enquadrada nas disposições legais em vigor, ao tempo, atribuiu aos Bombeiros Voluntários de Cete o estatuto d instituição de utilidade pública, por Decreto de 11 de Outubro de 1927, assinado em 28 de Setembro pelo então Presidente da República, António Óscar de Fragoso Carmona, pleo Ministro das Finanças, João José Sinel de Cordes, e pelo Ministro da Instrução Pública, José Alfredo Mendes d Magalhães.
 

Segundo Quartel da Corporação

 

 

 

 

 

 

 

O minúsculo aquartelamento de 1925, que dera cobertura à formação da corporação, cedo começou a ficar para a história já que outras ambições e necessidades se levantavam mais altas.
A entrada de novas viaturas e outros equipamentos, para uma melhor eficácia dos serviços prestados assim o exigiu.

 

Instalações Atuais e Seu Patrono


 
A "primeira pedra" foi lançada a 12 de Maio de 1991.
Depois foi todo um imenso rol de ações e preocupações, desde a aquisição do terreno, a elaboração dos projetos, a captação de subsídios, os peditórios e os leilões, para uma obra que em 1990 estava estimada em 112 mil contos e acaba por se situar na casa dos 160 mil.
A inauguração destas instalações, foi a 4 de Junho de 1995, no decorrer das comemorações dos 70 anos da corporação, e tem como seu patrono, José Ferreira da Rocha, que foi nomeado como tal, por unanimidade e aclamação, na Assembleia Geral de 2 de Abril de 1995. 

 

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